O lucrativo negócio da garota de programa VIP

Moradoras de bairros nobres, garotas de programa que trabalhavam para as cafetinas presas na Operação Red Light faturavam alto — suficiente para cursar faculdade particular, estudar línguas, comprar roupas de grife e malhar em academias de luxo. Elas não querem ser confundidas com “periguetes”. Quando o cliente era político, não raramente essas mulheres migravam de ramo, passando a exercer funções discretas no Congresso. A principal vitrine do esquema de agenciamento eram sites, nos quais algumas valorizavam o cachê por terem sido “capa de revista”. Entre as mais jovens, persiste um sonho: tornar-se uma "pretty woman” e se casar com o amante. 
Fonte: Correio Braziliense 

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